por Fernando Brito, Tijolaço -
A rota ladeira abaixo dos índices de aprovação de Donald Trump levou o presidente norte-americano Donald Trump a uma atitude insólita: propor, pelo Twitter o adiamento das eleições daquele país, marcadas para 3 de novembro.
Ele, que acha seguro abrir o comércio, voltar às fábricas, às escolas e repete ainda que a cloroquina salva, acha que não é seguro ir votar e que o voto antecipado, realizado em locais públicos e abertos à fiscalização, vai levar a fraudes.
Contra ele, claro.
O novo coronavírus, afinal, não era “apenas uma gripezinha” e ameaça tornar, entre os quase cinco milhões de norte-americanos assolados por ela, Donald Trump sua mais ilustre vítima.
Por aqui, seu adorador Bolsonaro, sei não, melhor já ir se acostumando à perda do padrinho.
A rota ladeira abaixo dos índices de aprovação de Donald Trump levou o presidente norte-americano Donald Trump a uma atitude insólita: propor, pelo Twitter o adiamento das eleições daquele país, marcadas para 3 de novembro.
Ele, que acha seguro abrir o comércio, voltar às fábricas, às escolas e repete ainda que a cloroquina salva, acha que não é seguro ir votar e que o voto antecipado, realizado em locais públicos e abertos à fiscalização, vai levar a fraudes.
Contra ele, claro.
O novo coronavírus, afinal, não era “apenas uma gripezinha” e ameaça tornar, entre os quase cinco milhões de norte-americanos assolados por ela, Donald Trump sua mais ilustre vítima.
Por aqui, seu adorador Bolsonaro, sei não, melhor já ir se acostumando à perda do padrinho.

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