Líder bolsominion está arrependido: “Já me não me identifico mais com a direita”. Por Joaquim de Carvalho

Tuiuti. Foto: Mídia Ninja.
 por Joaquim de Carvalho, DCM -

Desde 2013, quando começaram as primeiras manifestações contra Dilma Rousseff, ela estava nas ruas. Vestiu camiseta amarela da seleção, estendeu faixas e até fez discurso em alguns atos. 

Em 2018, fez campanha para Jair Bolsonaro. 

Mas, desde que criticou Flávio Bolsonaro por causa das rachadinhas, caiu em desgraça junto aos antigos aliados e passou a ser chamado de isentão ou de integrante da “Nova Esquerda”, como as milícias digitais bolsonaristas chamam os que divergem.

Essa pessoa, que ainda não quer ter seu nome identificado, nunca ocupou cargo público, mas é conhecido como ativista. Deu entrevista em televisão e jornais para defender o que acreditava ser melhor para o Brasil: a queda de Dilma, a condenação e prisão de Lula e, claro, a eleição de Bolsonaro.

“Eu já revi meus conceitos em muito coisas, viu? Revi muita coisa. Já não penso igual pensava antigamente”, disse essa pessoa, apresentada por um amigo comum. Esta foi a primeira manifestação de descontentamento dela dirigida a mim.
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