O erro de Glenn no caso da Jovem Pan. Não há decência com indecentes


por Fernando Brito, Tijolaço -

Não vou gastar o verbo com o comportamento de Augusto Nunes. Por acaso, conheci o desequilíbrio da criatura, anos atrás, no Aeroporto de Brasília, por conta de um voo cancelado.

Também não cuido do jornalista, porque quem invade a vida familiar e parental e alguém não faz jornalismo – salvo se houver uma violação legal a direitos, como agressões, por exemplo – mas apenas canalhice.

Certamente faria mais sucesso se eu escrevesse sobre a “treta”, com os qualificativos que o ato de Nunes merece.

Prefiro, porém, cuidar de um jornalista e um homem de inegável coragem pessoal, Glenn Greenwad. E, como já vi em outras ocasiões, extremamente pacífico nos questionamentos políticos e profissionais que recebe.

A meu ver, porém, Glenn deve compreender que não há democracia e seu debate em aceitar, senão por obrigação, dividir uma bancada com um tipo destes.
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