por Fernando Brito, Tijolaço -
O senador Flávio Bolsonaro acaba de ser absolvido de todas as suspeitas de movimentações financeiras fraudulentas.
O julgamento se deu no “STJ”, o Superior Tribunal do Jair, no qual se decidiu que como Fabrício Queiroz, por escrito e através de advogado, “eximiu meu filho de culpa” tudo, para o presidente “está resolvido“, embora não haja decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal sobre investigações realizadas com base em relatórios do Coaf, até agora apenas suspensas.
—Eu não sei do Queiroz, cara. Eu não
sei do Queiroz. Não existe telefonema para ele, nada. Não sei onde ele
está. Parece que a Veja descobriu, como se estivesse foragido. E, pelo
que eu sei, ele já prestou depoimento por escrito. E, pelo que eu fiquei
sabendo também, exime o meu filho de culpa. Ele responde pelos atos
dele.
— Eu conheço o Queiroz desde 1984.
Ele era um soldado da brigada de paraquedista. Entrou na Polícia
Militar, veio trabalhar na minha família. É um cara sem problema, nota
dez. Teve esse problema. Quem responde por ele é ele, não sou eu.
E quem é que vai discutir com Sua Excelência?O Ministério Público “morreu”. A PF está “enquadrada”. E vem aí o “Indulto da Milícia” e quem sabe o Filho o1 possa contratar diretamente o major PM condenado por chefiar o “Escritório do Crime”, em lugar de maquiar isso contratando “apenas” sua família?

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