Do Correio Braziliense:
A presença de carros de som e de integrantes do movimento MBL na
manifestação de apoio ao ministro da Justiça, Sergio Moro, na praia de
Copacabana, está sendo criticada por boa parte dos apoiadores do ex-juiz
e causou um pequeno tumulto que precisou da intervenção da polícia,
neste domingo (30/6).
Apesar de rapidamente solucionado, o clima contra o MBL é tenso e
eleitores do Bolsonaro que não fazem parte do movimento fazem questão de
gritar “traidores” e “vendidos” ao passar pelos carros de som
patrocinados pelo movimento antes liderado pelo deputado federal Kim
Kataguiri.
Manifestantes se reuniram em algumas capitais pelo país para defender
o ministro Sergio Moro, da Justiça e Segurança Pública, e exaltar a
Operação Lava-Jato. Os mais robustos foram observados em Brasília, no
Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, mesmo sem números oficiais, que não
foram fornecidos pelas polícias estaduais. Em São Paulo, Curitiba e
Porto Alegre, as manifestações foram menores.
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Em Brasília, o protesto teve início em frente ao Congresso Nacional, onde foram inflados quatro bonecos gigantes. Um deles, tradicional, veste Moro com a roupa do personagem Super-Homem — o super-herói fictício dos quadrinhos — e apresenta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com roupa de presidiário. Um dos infláveis uniu Lula ao ex-ministro do PT José Dirceu, condenado na Lava Jato, e o ministro do STF Gilmar Mendes. Um dos bonecos associou o Supremo ao PT, partido adversário dos bolsonaristas.
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Em Brasília, o protesto teve início em frente ao Congresso Nacional, onde foram inflados quatro bonecos gigantes. Um deles, tradicional, veste Moro com a roupa do personagem Super-Homem — o super-herói fictício dos quadrinhos — e apresenta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com roupa de presidiário. Um dos infláveis uniu Lula ao ex-ministro do PT José Dirceu, condenado na Lava Jato, e o ministro do STF Gilmar Mendes. Um dos bonecos associou o Supremo ao PT, partido adversário dos bolsonaristas.

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