por Fernando Brito, Tijolaço -
Dentro das margens de erro, não há diferença entre as pesquisas Ibope, divulgada hoje, e a Datafolha, publicada ontem.
Mas há nas tendências, sobretudo porque ado Ibope permite comparar os resultados com o que eram há uma semana,exatamente antes do episódio de Juiz de Fora que, era óbvio, algo acrescentaria a Jair Bolsonaro.
No caso, acrescentou mais que o Datafolha porque a pesquisa Ibope começou no sábado, pouco mais de 24 horas depois da agressão a faca e no auge do noticiário sobre o fato.
A queda de Marina Solva é coerente com o resultado do instituto da Folha e não se registra o tão badalado crescimento de Ciro Gomes.
Já a ascensão de Fernando Haddad, é visível no gráfico, continuava no mesmo ritmo e é só colocar uma régua para ver onde iria se isso permanecesse.
Não vai permanecer, vai se acentuar.
Haddad tem,desde hoje, a “turbinada” de Lula , que passa a fazer seus efeitos.
Não é imprudente dizer que hoje, apesar do “mando de campo” permanente da televisão, Geraldo Alckmin já deve estar em quinto lugar, fadado à zona do rebaixamento.
Não vão, salvo pelo imponderável, alterações bruscas nas tendências.
Os votos lulistas e bolsonaristas , os mais sólidos, estão cristalizados e, no primeiro caso, a questão é só ser esclarecido seu destino.
A direita virou Bolsonaro, o que a prende em um terço dos votos.
A esquerda vai virar Haddad, o que lhe garante ao menos um terço dos votos.
Mas este empate – se não der tempo de Haddad impor-se no primeiro turno, o que não é, ainda, provável – não é uma projeção de disputa acirrrada.
O terço restante irá decidir e Bolsonaro é dose para elefante até para os tucanos, ou para os que entre eles sobrevivam, e serão poucos.
Haddad “arrisca-se a ter”, no segundo turno, uma vitória mais pronunciada que a de Lula sobre Alckmin, em 2006, quando teve 61% dos votos válidos.
E os algozes de Lula ficarão “nus, com a mão no bolso”, sem poder invocar a suposta”repulsa” nacional ao ex-presidente.
Dentro das margens de erro, não há diferença entre as pesquisas Ibope, divulgada hoje, e a Datafolha, publicada ontem.
Mas há nas tendências, sobretudo porque ado Ibope permite comparar os resultados com o que eram há uma semana,exatamente antes do episódio de Juiz de Fora que, era óbvio, algo acrescentaria a Jair Bolsonaro.
No caso, acrescentou mais que o Datafolha porque a pesquisa Ibope começou no sábado, pouco mais de 24 horas depois da agressão a faca e no auge do noticiário sobre o fato.
A queda de Marina Solva é coerente com o resultado do instituto da Folha e não se registra o tão badalado crescimento de Ciro Gomes.
Já a ascensão de Fernando Haddad, é visível no gráfico, continuava no mesmo ritmo e é só colocar uma régua para ver onde iria se isso permanecesse.
Não vai permanecer, vai se acentuar.
Haddad tem,desde hoje, a “turbinada” de Lula , que passa a fazer seus efeitos.
Não é imprudente dizer que hoje, apesar do “mando de campo” permanente da televisão, Geraldo Alckmin já deve estar em quinto lugar, fadado à zona do rebaixamento.
Não vão, salvo pelo imponderável, alterações bruscas nas tendências.
Os votos lulistas e bolsonaristas , os mais sólidos, estão cristalizados e, no primeiro caso, a questão é só ser esclarecido seu destino.
A direita virou Bolsonaro, o que a prende em um terço dos votos.
A esquerda vai virar Haddad, o que lhe garante ao menos um terço dos votos.
Mas este empate – se não der tempo de Haddad impor-se no primeiro turno, o que não é, ainda, provável – não é uma projeção de disputa acirrrada.
O terço restante irá decidir e Bolsonaro é dose para elefante até para os tucanos, ou para os que entre eles sobrevivam, e serão poucos.
Haddad “arrisca-se a ter”, no segundo turno, uma vitória mais pronunciada que a de Lula sobre Alckmin, em 2006, quando teve 61% dos votos válidos.
E os algozes de Lula ficarão “nus, com a mão no bolso”, sem poder invocar a suposta”repulsa” nacional ao ex-presidente.

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