Após o anúncio da morte de Eduardo Campos a boçalidade da Revista Veja e a pesquisa de indução da Folha de São Paulo



"Havia me espantado com a barbárie nas redes sociais. Sempre me espanto diante de pessoas que conseguem ver graça em tragédia, como nas mortes provocadas pela queda da aeronave que matou Eduardo Campos e mais seis pessoas: Carlos Augusto Percol, assessor de imprensa; Marcelo Lira, diretor de fotografia; Alexandre Severo, fotógrafo; Pedro Valadares Neto, assessor; e os pilotos, Geraldo da Cunha e Marcos Martins. 

Lembrava que gente que se diverte fazendo piadas se mau gosto com a morte são do mesmo tipo dos seres que vibraram com o câncer de Lula. Essas pessoas devem achar que são imortais, que seus entes queridos são imortais. Enfim devem achar que sua estupidez os deixam imunes à dor. Tristeza diante de tanta boçalidade."
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