Eduardo Guimarães, Blog da Cidadania
‘Pareceu-me contraditório escrever sobre o
que não deveria ser objeto de reflexão importante alguma, sobre um não-assunto.
Todavia, decidi escrever devido à importância inexplicável que o objeto deste
texto está recebendo na mídia e que, assim, torna-o passível de apreciação.
Chega-me aos olhos a notícia de que o Papa
Bento XVI prometeu renunciar. Alguns dirão que é uma benção – perdoe-me o trocadilho,
leitor – por seu conservadorismo mais radical e por sua biografia, a qual,
justa ou injustamente, flerta até com o nazismo.
Aliás, por desimportante que seja, alguns
cogitam que o “pedido de demissão” papal tem a ver com escândalos financeiros no
Vaticano…
Dou a esse fato (a renúncia) a importância,
por exemplo, de renúncia do presidente do Corinthians ou de alguma escola de
samba. Ou seja: importância zero, a não ser para os torcedores de times
de futebol, de escolas de samba ou de religiões.
Apesar de ter sido criado na fé católica,
de ter feito o estudo fundamental e médio em escolas católicas de São Paulo, de
ter sido batizado, de ter feito “primeira comunhão”, de ter me casado e de ter
batizado meus filhos no catolicismo, hoje sou um homem de espírito liberto.
Não que tenha perdido a fé – acredito, sim,
em Deus.”
Artigo Completo, ::AQUI::

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