“Dilma ou Lula? Aécio, Geraldo ou Eduardo
Campos? Itaquerão ou Brasília? O jogo agora é outro
Leonardo Attuch, Brasil 247
As eleições municipais ainda não acabaram,
muitas capitais terão segundo turno, mas agora o jogo é outro. Tanto na
política como na economia. E o fato é que 2014 chegou bem mais cedo. Seja na
antecipação dos cenários para a disputa presidencial, seja na urgência para os
preparativos da Copa do Mundo.
Na política, Belo Horizonte assistiu a uma possível prévia da corrida presidencial, com o confronto entre Dilma Rousseff e o senador mineiro Aécio Neves. Mas nada assegura, a este momento, que os dois serão os nomes na urna eletrônica daqui a dois anos.
A primeira dúvida reside no próprio PT. Nas últimas semanas, o ex-presidente Lula tem sido sistematicamente agredido. O julgamento da Ação Penal 470, para efeito externo, marca seu governo com a mácula da corrupção e da compra de apoio parlamentar. Ocorre que, acima de um julgamento, existe a vontade popular. E há quem diga que Lula não esteja disposto a permitir que o Supremo Tribunal Federal escreva o último capítulo da sua biografia. Paradoxalmente, os que o agridem podem estar empurrando o ex-presidente para uma volta antecipada à arena política.”
Na política, Belo Horizonte assistiu a uma possível prévia da corrida presidencial, com o confronto entre Dilma Rousseff e o senador mineiro Aécio Neves. Mas nada assegura, a este momento, que os dois serão os nomes na urna eletrônica daqui a dois anos.
A primeira dúvida reside no próprio PT. Nas últimas semanas, o ex-presidente Lula tem sido sistematicamente agredido. O julgamento da Ação Penal 470, para efeito externo, marca seu governo com a mácula da corrupção e da compra de apoio parlamentar. Ocorre que, acima de um julgamento, existe a vontade popular. E há quem diga que Lula não esteja disposto a permitir que o Supremo Tribunal Federal escreva o último capítulo da sua biografia. Paradoxalmente, os que o agridem podem estar empurrando o ex-presidente para uma volta antecipada à arena política.”
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Comentários
A oposição não tem discurso a não ser o hipócrita e falso-moralista. Não à toa, o PSDB, por exemplo, bate recordes em ficha suja.
A oposição não tem vergonha nas fuças porque quanto mais ela agride com baixarias, preconceitos e mentiras criadas e geradas no ventre obsceno e pútrido da mídia venal, mais o povo percebe quem realmente partipou de muitos mensalões (e mensalões de bilhões) para engana-lo.