Rui Martins, Direto da Redação
“Meus amigos já me alertaram - "você tem instinto suicida e mete
seu dedo com frequência em vespeiros". Nada mais normal que ser picado.
Mas o que vou fazer, se é instinto, não posso me conter.
Fiquei preocupado ao ler um artigo de Paul Craig Roberts sobre o recente caso das meninas do Pussy Riot (foto), circulando já traduzido na mídia alternativa. O nome do grupo pode ferir a sensibilidade de alguns, mas é isso mesmo, Pussy é xoxota ou vagina ou, como se traduziu, está certo, pode ser Agito das Bucetas.
Para quem não sabe, essas meninas agitadas foram numa igreja ortodoxa e cantaram em outro tom e ritmo uma ladaínha anti-presidente russo Putin. Foram presas, processadas e agora condenadas a dois anos de trabalhos forçados.
Pois bem, não vou entrar no mérito dessa história, se deviam ou não ousar criticar o presidente Putin numa igreja.O que me interessa nesta coluna é se religião virou tabu e se não se pode mais brincar no meio do incenso e das velas sem o risco de tomar um pesada pena de prisão.
Meu colega do Institut for Political Economy diz o seguinte no seu texto -
"Meu coração está com as três mulheres da banda russa Agito das Bucetas [orig. Pussy Riot] – que foram brutalmente manipuladas e usadas por ONGs pagas por Washington infiltradas na Rússia. A banda Agito das Bucetas foi mandada cometer crime, enviada em missão absolutamente ilegal. O pique das moças é admirável. Mas é triste a facilidade com que se deixaram enganar e manipular".
Para ele, tudo não passou uma jogada, na qual as meninas de pussy quente, foram usadas como marionetes. Mas nessa frase há alguma coisa muito perigosa e é sobre isso que quero chamar a atenção dos meus amigos. A banda ou grupo foi enviada para cometer um crime e uma missão absolutamente ilegal.
Ah, meu Deus (permitam-me fazer essa invocação, já que falamos de igreja), o meu colega Craig, que deve ser ateu como eu, passou para o lado dos ortodoxos russos ?”
Fiquei preocupado ao ler um artigo de Paul Craig Roberts sobre o recente caso das meninas do Pussy Riot (foto), circulando já traduzido na mídia alternativa. O nome do grupo pode ferir a sensibilidade de alguns, mas é isso mesmo, Pussy é xoxota ou vagina ou, como se traduziu, está certo, pode ser Agito das Bucetas.
Para quem não sabe, essas meninas agitadas foram numa igreja ortodoxa e cantaram em outro tom e ritmo uma ladaínha anti-presidente russo Putin. Foram presas, processadas e agora condenadas a dois anos de trabalhos forçados.
Pois bem, não vou entrar no mérito dessa história, se deviam ou não ousar criticar o presidente Putin numa igreja.O que me interessa nesta coluna é se religião virou tabu e se não se pode mais brincar no meio do incenso e das velas sem o risco de tomar um pesada pena de prisão.
Meu colega do Institut for Political Economy diz o seguinte no seu texto -
"Meu coração está com as três mulheres da banda russa Agito das Bucetas [orig. Pussy Riot] – que foram brutalmente manipuladas e usadas por ONGs pagas por Washington infiltradas na Rússia. A banda Agito das Bucetas foi mandada cometer crime, enviada em missão absolutamente ilegal. O pique das moças é admirável. Mas é triste a facilidade com que se deixaram enganar e manipular".
Para ele, tudo não passou uma jogada, na qual as meninas de pussy quente, foram usadas como marionetes. Mas nessa frase há alguma coisa muito perigosa e é sobre isso que quero chamar a atenção dos meus amigos. A banda ou grupo foi enviada para cometer um crime e uma missão absolutamente ilegal.
Ah, meu Deus (permitam-me fazer essa invocação, já que falamos de igreja), o meu colega Craig, que deve ser ateu como eu, passou para o lado dos ortodoxos russos ?”
Artigo Completo, ::AQUI::

Comentários
Se quer protestar, escolha um local próprio para isso, e uma igreja/templo ou o que seja, não é o local.