Luiz Antonio Mello, Direto da Redação
“Depois de uma volta bem-sucedida no
circuito de São Paulo, onde superou as expectativas e recebeu 48 mil
visitantes, a exposição interativa Senna Emotion chegou ao Rio. A mais
importante mostra sobre a trajetória pessoal e profissional do piloto
tricampeão de Fórmula 1, Ayrton Senna da Silva, ocupa as salas do Museu
Histórico Nacional e permanecerá em cartaz na cidade até 15 de julho. Segundo
Camila Lamha do portal da Secretaria de Cultura do Estado do Rio,
destinada tanto ao fãs saudosos, que viveram os anos de glória do atleta,
quanto às gerações mais jovens, que não tiveram a oportunidade de vê-lo correr,
a aventura tecnológica multissensorial, inspirada na lógica dos ambientes
inteligentes, explora desde os bastidores do automobilismo às vitorias inesquecíveis
do eterno herói nacional.
Dividida em seis áreas temáticas que
integram um circuito de corrida – pole position, largada, circuito, pit stop,
GP Brasil e podium e legado –, a exposição convida o público a fazer uma viagem
ativa – e nada contemplativa – pela história de Senna. Seja pelo capacete que
exibe um filme virtual, o volante que guia a biografia do piloto ou o carro que
parece saltar da tela de Vídeo Mapping, o visitante se sente parte integrante
da experiência de resgate à memória de um dos maiores ídolo do esporte
brasileiro. Idealizada pela YDreams Brasil, empresa internacional especializada
em tecnologia interativa, e realizada em parceira com o Instituto Ayrton Senna,
Senna Emotion é produzida com recursos da Lei Rouanet, através do Ministério da
Cultura.
“Faz 18 anos que Senna morreu, e tem uma
geração inteira de jovens adultos que não o viu correr. A exposição é para quem
viveu a era Senna, mas também para esse público que não era nem nascido quando
ele se foi”, conta a diretora executiva da YDreams Brasil, Karina Israel. “O
nosso objetivo era o de realizar uma exposição interativa em que as pessoas
pudessem vivenciar, através de cada conteúdo, os acontecimentos marcantes da
vida dele”, completa a organizadora, destacando uma vitrine, logo na entrada da
mostra, em que uma malha, um relógio, uma par de luvas e outro de óculos
representam objetos de acervo que remontam a momentos singelos vividos pelo
corredor.”

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