Redação, Carta Capital
“A presidenta Dilma Rousseff acelerou a
nomeação do novo ministro do Trabalho para evitar passar o 1º de maio sem um
titular no posto e, ao escolher o deputado federal Brizola Neto (PDT-RJ), deu a
ele sua primeira polêmica. Brizola Neto passou o Dia do Trabalho, esta
terça-feira 1º, tentando colocar panos quentes na divisão interna do PDT
provocada por sua escolha. Segundo o futuro ministro, que toma posse na
quinta-feira 3, seu objetivo inicial é manter a “união” dentro do PDT.
A polêmica acerca do nome de Brizola Neto
foi iniciada por alguns de seus correligionários. Após a divulgação da escolha,
na segunda-feira 30, o líder do PDT na Câmara, André Figueiredo (CE), e o
secretário-geral do partido, Manoel Dias, criticaram a “falta de diálogo” por
parte do Palácio do Planalto e afirmaram que Brizola Neto era “escolha pessoal”
de Dilma. Em contrapartida, sindicalistas elogiaram a escolha, entre eles Paulo
Pereira da Silva, presidente da Força Sindical e deputado federal pelo PDT
paulista, e Artur Henrique, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).”
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