“Nesta segunda-feira (19), durante o
lançamento da campanha Não Se Engane, para alertar pais sobre a classificação
indicativa dos programas exibidos na televisão, o ministro da Justiça, José
Eduardo Cardozo, ressaltou que classificação não pode ser confundida com
censura. A classificação indicativa orienta sobre o que deixar os filhos verem
na TV.
Vermelho
"As pessoas, às vezes, confundem
conceitos. Uma coisa é a censura. É quando se impede alguém de apresentar um
pensamento, apresentar um conteúdo de comunicação. É quando se corta, é quando
se mutila uma situação em que a pessoa quer se comunicar. Outra coisa muito
diferente é permitir a comunicação apenas indicando exatamente aquela faixa
etária. Hoje, vivemos tempos de liberdade e é nesse contexto que temos que
analisar a chamada classificação indicativa", declarou o ministro.
A campanha pretende sensibilizar os pais sobre a influência que as obras audiovisuais podem ter na formação de crianças e informá-los sobre a classificação indicativa como uma forma de selecionar os programas que eles querem que os filhos assistam.
"A meu ver, a classificação indicativa não é uma forma de censura, é uma forma da liberdade de expressão", destacou.
Dois filmes de animação foram produzidos para promover a campanha. Eles serão veiculados por emissoras de TV públicas, privadas e em salas de cinema, além da circulação na internet. São animações que abordam temas como drogas e violência e mostram como as crianças tendem a repetir o que veem na televisão.
Cardozo destacou que os critérios utilizados para a classificação foram estabelecidos em audiências públicas com a participação da sociedade e são mutáveis, a partir do momento em que a sociedade muda. "Não é o meu critério, não é o critério do governo. São critérios construídos pela sociedade", enfatizou.”
A campanha pretende sensibilizar os pais sobre a influência que as obras audiovisuais podem ter na formação de crianças e informá-los sobre a classificação indicativa como uma forma de selecionar os programas que eles querem que os filhos assistam.
"A meu ver, a classificação indicativa não é uma forma de censura, é uma forma da liberdade de expressão", destacou.
Dois filmes de animação foram produzidos para promover a campanha. Eles serão veiculados por emissoras de TV públicas, privadas e em salas de cinema, além da circulação na internet. São animações que abordam temas como drogas e violência e mostram como as crianças tendem a repetir o que veem na televisão.
Cardozo destacou que os critérios utilizados para a classificação foram estabelecidos em audiências públicas com a participação da sociedade e são mutáveis, a partir do momento em que a sociedade muda. "Não é o meu critério, não é o critério do governo. São critérios construídos pela sociedade", enfatizou.”
Foto: Valter Campanato AgBR
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