“Para o secretário-geral da presidência
argentina, Oscar Parrilli, o Clarín “ultrapassou todos os limites éticos e
morais, ao tentar mudar a realidade, mentir, tergiversar e difamar”. Ele acusou
o jornal de ter “iniciado uma loucura” após saber que a presidenta tinha um
tumor benigno e não cancerígeno. “Olhem a manchete de ontem, quase dizendo “que
lástima, não era câncer”. Hoje estão vendo se colocam a culpa no governo, que
mente, informa mal...”, criticou. O artigo é de Francisco Luque.
Francisco Luque, Carta Maior
Após a exitosa operação que descartou o
diagnóstico de câncer de tireoide em Cristina Fernández
de Kirchner, o jornal Clarín vem insistindo em colocar em dúvida a
transparência e veracidade dos informes médicos da presidenta argentina. “Só
falta o Clarín lamentar o fato de a presidenta não ter câncer”, disse o
secretário-geral da Presidência, Oscar Parrillo, em entrevista de rádio.
Em sua edição do último domingo, o Clarín fez um extenso informe onde põe em dúvida o conteúdo dos estudos histopatológicos e o rigor do Centro Diagnóstico Maipú, lugar desde onde se divulgou o primeiro estudo realizado pela presidenta Cristina Fernández e que revelou a presença de células cancerígenas. Os dardos do Clarín também foram dirigidos contra a Unidade Médica Presidencial. Para o governo argentino esta é mais uma das jogadas executadas pelo grupo midiático com quem está se enfrentando há algum tempo.
Cristina Fernández foi operada no dia 5 de janeiro no Hospital Austral de Buenos Aires, com o objetivo de extrair a glândula tireoide, que estaria afetada por um tumor maligno. Após a operação e os exames laboratoriais, concluiu-se que o tumor não apresentava características cancerígenas.
Para Parrilli, o Clarín “ultrapassou todos os limites éticos e morais, ao tentar mudar a realidade, mentir, tergiversar e difamar”. Ele acusou o jornal de ter “iniciado uma loucura” após saber que a presidenta tinha um tumor benigno e não cancerígeno, como havia sido anunciado antes da operação. “Olhem a manchete de ontem, quase dizendo “que lástima, não era câncer”. Hoje estão vendo se colocam a culpa no governo, que mente, informa mal...”, respondeu. Se não tivéssemos tornado tudo público, desde o início, o que teriam dito? – perguntou, referindo-se ao Clarín.”
Em sua edição do último domingo, o Clarín fez um extenso informe onde põe em dúvida o conteúdo dos estudos histopatológicos e o rigor do Centro Diagnóstico Maipú, lugar desde onde se divulgou o primeiro estudo realizado pela presidenta Cristina Fernández e que revelou a presença de células cancerígenas. Os dardos do Clarín também foram dirigidos contra a Unidade Médica Presidencial. Para o governo argentino esta é mais uma das jogadas executadas pelo grupo midiático com quem está se enfrentando há algum tempo.
Cristina Fernández foi operada no dia 5 de janeiro no Hospital Austral de Buenos Aires, com o objetivo de extrair a glândula tireoide, que estaria afetada por um tumor maligno. Após a operação e os exames laboratoriais, concluiu-se que o tumor não apresentava características cancerígenas.
Para Parrilli, o Clarín “ultrapassou todos os limites éticos e morais, ao tentar mudar a realidade, mentir, tergiversar e difamar”. Ele acusou o jornal de ter “iniciado uma loucura” após saber que a presidenta tinha um tumor benigno e não cancerígeno, como havia sido anunciado antes da operação. “Olhem a manchete de ontem, quase dizendo “que lástima, não era câncer”. Hoje estão vendo se colocam a culpa no governo, que mente, informa mal...”, respondeu. Se não tivéssemos tornado tudo público, desde o início, o que teriam dito? – perguntou, referindo-se ao Clarín.”
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