DCI
“Mesmo com protestos de
cineastas estrangeiros e outras celebridades, investimentos no segmento de
geração de energia na região amazônica serão cada vez mais comuns nos próximos
anos. Isso porque a Amazônia Legal é o último grande reduto de potencial
hídrico disponível no País.
No total, de acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) - responsável pelo planejamento do setor energético no País e pela elaboração do Plano Decenal de Energia (PDE) -, em 2020 a Região Norte representará 85% da expansão em termos de potência instalada, utilizando usinas movidas pela força dos rios brasileiros. Além de possuir o maior número de usinas, estas serão as de maior capacidade, ultrapassando 1 mil MW de potência.
Se colocados em prática, todos os empreendimentos serão responsáveis por elevar a participação daquela porção do Brasil de 10% da capacidade do Sistema Interligado Nacional (SIN) para 23% do total em apenas nove anos, expansão de 28,2 GW (considerando os empreendimentos já licitados e os que estão em projetos), o equivalente a duas vezes o tamanho de Itaipu, que responde por 20% do consumo de energia nacional.”
No total, de acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) - responsável pelo planejamento do setor energético no País e pela elaboração do Plano Decenal de Energia (PDE) -, em 2020 a Região Norte representará 85% da expansão em termos de potência instalada, utilizando usinas movidas pela força dos rios brasileiros. Além de possuir o maior número de usinas, estas serão as de maior capacidade, ultrapassando 1 mil MW de potência.
Se colocados em prática, todos os empreendimentos serão responsáveis por elevar a participação daquela porção do Brasil de 10% da capacidade do Sistema Interligado Nacional (SIN) para 23% do total em apenas nove anos, expansão de 28,2 GW (considerando os empreendimentos já licitados e os que estão em projetos), o equivalente a duas vezes o tamanho de Itaipu, que responde por 20% do consumo de energia nacional.”
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