Luís Osvaldo Grossmann, Convergência
Digital
“A interligação das redes de
telecomunicações sulamericanas - uma espécie de backbone continental - deve
custar US$ 100 milhões e levar dois anos para ser concluída, a tempo da Copa do
Mundo de 2014. E é provável que o BNDES e o Banco Interamericano de
Desenvilvimento ajudem a financiar a empreitada, ao menos apelo nesse sentido
foi feito pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
Diante dos colegas ministros sulamericanos, durante reunião, em Brasília, da Unasul, Bernardo defendeu o projeto de interligação como essencial para ampliar o acesso à Internet na região. Ele lembrou que todos os países tem algum tipo de programa de massificação da banda larga, mas também que esses projetos enfrentam dificuldades, em especial, de custos.
“O avanço desses programas esbarra em problemas comuns a todos nós e o primeiro deles é o alto preço das conexões, que impede aos setores da população com menor renda ter acesso aos serviços”, disse o ministro, ao insistir que, em geral, esse acesso é concentrado e com “velocidades pouco expressivas”.
Nas contas do Minicom, com R$ 100 milhões será possível, em até dois anos, completar os trechos de fibras ópticas que garantam um anel óptico intercontinental, com aproveitamento de infraestruturas existentes, como redes de energia elétrica e gasodutos. “Conclamo o BID, a Corporação Andina de Fomento e o BNDES a envidarem seus esforços no apoio financeiro”, disse Bernardo.”
Diante dos colegas ministros sulamericanos, durante reunião, em Brasília, da Unasul, Bernardo defendeu o projeto de interligação como essencial para ampliar o acesso à Internet na região. Ele lembrou que todos os países tem algum tipo de programa de massificação da banda larga, mas também que esses projetos enfrentam dificuldades, em especial, de custos.
“O avanço desses programas esbarra em problemas comuns a todos nós e o primeiro deles é o alto preço das conexões, que impede aos setores da população com menor renda ter acesso aos serviços”, disse o ministro, ao insistir que, em geral, esse acesso é concentrado e com “velocidades pouco expressivas”.
Nas contas do Minicom, com R$ 100 milhões será possível, em até dois anos, completar os trechos de fibras ópticas que garantam um anel óptico intercontinental, com aproveitamento de infraestruturas existentes, como redes de energia elétrica e gasodutos. “Conclamo o BID, a Corporação Andina de Fomento e o BNDES a envidarem seus esforços no apoio financeiro”, disse Bernardo.”
Matéria Completa, ::Aqui::
Comentários