Banda larga popular chega a 544 cidades


adNEWS

“O Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) beneficia atualmente 544 municípios em 23 estados (as exceções são Amapá, Amazonas, Distrito Federal e Rio Grande do Norte), onde os moradores podem contratar serviços com 1 Mbps por R$ 35 mensais. Em estados nos quais o governo local abriu mão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o preço é de até R$ 29,90. As informações são da Secretaria de Comunicação Social.

Para promover inclusão social e digital, o programa busca massificar o acesso à Internet, por meio de parcerias com as operadoras de telefonia e o lançamento de novos satélites. Os serviços começaram a ser oferecidos após um acordo do Ministério das Comunicações (MiniCom) com as concessionárias de telefonia fixa. A primeira oferta de banda larga popular foi feita em 23 de agosto, em Goiás. 

O compromisso firmado com as operadoras inclui a proibição à venda “casada” de outros serviços de telefonia, junto com a internet popular. Apesar de não poder forçar a contratação, as empresas podem oferecer facilidades ou descontos em outros pacotes de serviços. O acordo com as teles prevê a meta de cobrir todos municípios até 2014. A lista atualizada dos municípios atendidos está disponível no sítio do ministério.

Laboratório

O MiniCom repassou R$ 1 milhão para a Telebras montar um laboratório de testes para os equipamentos utilizados na rede do PNBL, por meio de um convênio com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), no Parque Científico e Tecnológico, em Porto Alegre. A Telebras investirá outros R$ 1,2 milhão e a PUC-RS entrará com o espaço, a equipe de pesquisadores e mais R$ 888 mil. “Tudo o que for licitado pela Telebras será testado no laboratório”, afirma o secretário-adjunto do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Comunicações (Funttel), Eder Alves.

As atividades do laboratório incluem validação e qualificação técnica de fornecedores, testes de conformidade, estudos de compatibilidade técnica e validação de novas tecnologias. Também será utilizado em atividades acadêmicas da Universidade.”
Matéria Completa, ::Aqui::

Comentários