Seminário em Londres apresentou oportunidades de negócios no Brasil a empresários europeus e asiáticos
Luciene Cruz, Agência Brasil
“Com o objetivo de atrair investimentos
estrangeiros para o Brasil, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e
Investimentos (Apex-Brasil) promoveu hoje (23) um seminário em Londres (Reino
Unido) sobre as possibilidades de negócios nas áreas de infraestrutura, óleo e
gás, saúde e energias renováveis. Cerca de 150 empresários de vários países
participaram do seminário.
Segundo o coordenador de Promoção e
Investimentos da Apex, Marcos Mandacaru, a iniciativa atraiu, além de
empresários ingleses, interessados de outros países. “Empresas de vários
setores demonstraram interesse em conhecer as oportunidade de negócios no
Brasil. Por ter sido realizado em um país estratégico, investidores de países
como Irã e Emirados Árabes também participaram”.
O seminário Investindo e Fazendo Negócios
no Brasil objetivou reforçar a imagem do país como destino estratégico de
investimentos. Para Mandacaru, o país tem muito mais a oferecer além dos
eventos esportivos que sediará nos próximos anos, como Copa do Mundo em 2014 e
Olimpíada de 2016.
“A Copa e a Olimpíada são dois marcos no
país, mas o Brasil é muito mais que isso. Existe uma demanda crescente de
oportunidades, aquecida pelo mercado consumidor e por uma base industrial
sólida. Existe um gap [lacuna] entre as cadeias que pode ser bem aproveitado”,
disse o coordenador da Apex-Brasil. “Agora, queremos estreitar as relações para
concretizar os investimentos. Quando os empresários se propõem a visitar in
loco [no local] as instalações brasileiras já é um resultado intermediário que
demonstra bastante interesse para o objetivo final, que é a concretização do
investimento”, acrescentou.
Mandacaru destacou que as áreas que
despertaram maior curiosidade dos empresários foram as de infraestrutura, gás e
petróleo e ciência da vida, que abrange biotecnologia e equipamentos médicos e
hospitalares. “Na área de gás e petróleo, não pensamos na exploração do
pré-sal, mas sim, na fabricação de máquinas e equipamentos para suportar a
extração de petróleo em território nacional”, disse.”
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