“No dia da Proclamação da República, uma notícia alentadora ao avanço democrático: o grupo de trabalho que procura restos mortais de presos políticos que teriam sido enterrados no Cemitério da Vila Formosa, na capital paulista, deve abrir o ossário clandestino existente no local no próximo dia 29. Investigações preliminares indicam que as ossadas de oito presos políticos mortos durante o regime militar podem estar guardadas no local.
A previsão para a abertura foi feita na sexta-feira (12) pelo procurador regional da República Marlon Alberto Weichert, que acompanha o trabalho da equipe no cemitério. Segundo ele, a chegada ao ossário é prioridade da equipe formada para a localização de ossadas de dez mortos.
De acordo com Weichert, as ossadas procuradas na Vila Formosa são de: Antônio Lucena, Joelson Crispin, Antônio dos Três Reis Oliveira, Alceri Gomes da Silva, José Ferreira de Araújo, Edson Quaresma, Roberto Macarin, Devanir José de Carvalho, Sérgio Corrêa e Virgílio Gomes da Silva.
Dos dez, só os restos mortais de Sérgio Corrêa e Virgílio Gomes da Silva não estariam no ossário clandestino. O Ministério Público Federal (MPF), a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) e parentes de Corrêa e Silva acreditam que eles estejam enterrados em outra área do cemitério, como pessoas não identificadas.”
Matéria Completa, ::Aqui::
Vermelho.org
A previsão para a abertura foi feita na sexta-feira (12) pelo procurador regional da República Marlon Alberto Weichert, que acompanha o trabalho da equipe no cemitério. Segundo ele, a chegada ao ossário é prioridade da equipe formada para a localização de ossadas de dez mortos.
De acordo com Weichert, as ossadas procuradas na Vila Formosa são de: Antônio Lucena, Joelson Crispin, Antônio dos Três Reis Oliveira, Alceri Gomes da Silva, José Ferreira de Araújo, Edson Quaresma, Roberto Macarin, Devanir José de Carvalho, Sérgio Corrêa e Virgílio Gomes da Silva.
Dos dez, só os restos mortais de Sérgio Corrêa e Virgílio Gomes da Silva não estariam no ossário clandestino. O Ministério Público Federal (MPF), a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) e parentes de Corrêa e Silva acreditam que eles estejam enterrados em outra área do cemitério, como pessoas não identificadas.”
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