Joseph Guyler Delva, Reuters“Os líderes do Haiti disseram nesta quarta-feira temer que milhares de pessoas tenham morrido no forte terremoto que destruiu o palácio presidencial, escolas, hospitais e favelas do país. Os governos do Brasil e de outros países se mobilizaram para enviar ajuda o mais rápido possível.
Um prédio de cinco andares que servia como quartel-general da Organização das Nações Unidas (ONU) desmoronou após o tremor de magnitude 7,0 da terça-feira, o mais forte a atingir o país em mais de 200 anos, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
O primeiro-ministro do Haiti, Jean-Max Bellerive, disse à Reuters que milhares de prédios desabaram na capital Porto Príncipe e disse acreditar que as mortes podem estar "na casa dos milhares".
Ele disse que não poderia dar estimativas oficiais. Pouco depois, entretanto, afirmou à CNN que os mortos poderiam passar de 100 mil.”
Foto: Medecins Sans Frontieres, Stefano Zannini/AP
Matéria Completa, ::Aqui::
-----------------------------------------------------------------
Primeiro-ministro diz que mais de 100 mil pessoas podem estar soterradas no Haiti
“Violento terremoto destruiu prédios, hospitais e escolas no país mais pobre das AméricasDo R7
Testemunhas que estão no país relatam um cenário de horror. A italiana Fiammetta Cappellini, representante no Haiti da organização humanitária Avsi, se abrigou na Embaixada do Brasil para sobreviver ao tremor de terra de 7 graus na escala Richter que atingiu o país caribenho na tarde de ontem. Ela disse à Ansa que o panorama na capital Porto Príncipe "é devastador".
- É possível ouvir dos escombros os gritos de ajuda de quem ficou soterrado, e seus parentes estão impacientes, desesperados.
O coordenador da ONG Viva Rio André D’Ávila, carioca de 31 anos, que está no país descreveu como "caótica" a situação da capital do Haiti, Porto Príncipe, depois do terremoto de ontem.
- O clima é de tristeza. As pessoas estão nas ruas, umas gritando desesperadas e outras cantando e rezando. No nosso centro comunitário já tem mais de 3000 pessoas desabrigadas. O clima é de medo e a população não tem ajuda para retirar os destroços.”
Matéria Completa, ::Aqui::
Comentários