“Em mais um sinal de desaprovação do Planalto à política dos Estados Unidos para Honduras, o assessor da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse hoje temer que a posição americana introduza na América Latina a tese do golpe preventivo. Marco Aurélio insistiu que essa conduta traz o objetivo de "branquear" (legitimar) o golpe e que seus articuladores - os EUA e alguns países alinhados da região - serão os responsáveis por um longo período de instabilidade em Honduras.
Agência Estado / US
"Nossa preocupação é que introduzam a tese do golpe preventivo na América Latina", declarou o assessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, antes da fracassada tentativa do Brasil de reunir os líderes de países amazônicos para uma discussão sobre mudança climática.
"Para os Estados Unidos, é bom ter uma boa relação com a América Latina", advertiu, laconicamente, ao ser questionado sobre a percepção do governo de facto de Honduras de que o reconhecimento americano das eleições seria suficiente para o país voltar à normalidade.
Segundo o assessor, essa questão é mais relevante que a decisão da Suprema Corte de Justiça de Honduras de que a destituição do presidente Manuel Zelaya é definitiva. A palavra final da Corte, para ele, é apenas um "jogo de cartas marcadas" com o Congresso.”
Matéria Completa, ::Aqui::
Agência Estado / US
"Nossa preocupação é que introduzam a tese do golpe preventivo na América Latina", declarou o assessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, antes da fracassada tentativa do Brasil de reunir os líderes de países amazônicos para uma discussão sobre mudança climática.
"Para os Estados Unidos, é bom ter uma boa relação com a América Latina", advertiu, laconicamente, ao ser questionado sobre a percepção do governo de facto de Honduras de que o reconhecimento americano das eleições seria suficiente para o país voltar à normalidade.
Segundo o assessor, essa questão é mais relevante que a decisão da Suprema Corte de Justiça de Honduras de que a destituição do presidente Manuel Zelaya é definitiva. A palavra final da Corte, para ele, é apenas um "jogo de cartas marcadas" com o Congresso.”
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