“Grandes veículos de comunicação brasileiros têm dado bastante atenção a mobilizações da Nova Organização Voluntária Estudantil (Nove). Não satisfeitos em divulgar as divergências deste movimento com a União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), veículos distorcem e até inventam informações para forçar uma “divisão” no movimento estudantil. Liderança estudantil desmente grande mídia e afirma que nova orgnização criada não é contra a UNE e a Ubes.
Vermelho.org
O Nove é um movimento que surgiu no dia 1° de outubro, diante da notícia do vazamento e conseqüente adiamento da data da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Na ocasião, estimulados por seus professores, 12 estudantes de escolas particulares da zona sul do Rio de Janeiro se articularam por ligações e mensagens de telefone celular e se reuniram para organizar uma manifestação de protesto por conta do vazamento e adiamento da prova do Enem, que neste ano terá mais impacto no resultado dos exames de seleção para as universidades. O Nove conta hoje com cerca de trinta escolas e um comitê de organização com pouco mais de trinta membros, que se reúnem semanalmente.
Jovens de classe média de escolas particulares de uma grande capital brasileira protestando (no caso, justamente) contra o governo federal e ainda criticando a UNE e a Ubes. Este conjunto de fatores forneceu um prato cheio para os grandes barões da mídia brasileira distorcerem o movimento, inventando fatos e rotulando suas ações.
O "Nove" veio depois do "8"?
A Isto É foi a campeã. Publicou uma nota do jornalista Octávio Costa dizendo que o movimento “parece” ter se inspirado no MR-8 (Movimento Revolucionário 8 de outubro) e, na mesma edição, uma reportagem em que a jornalista Larissa Domingos defende que “a divisão do movimento estudantil é apenas uma parte do prejuízo político do governo com a fraude [no Enem]”. Na reportagem, o tempo inteiro o Nove aparece como uma contraposição e um questionamento à UNE e à Ubes.
Entretanto, a liderança do Nove Carolina Delamare, figura presente em todas as reportagens a respeito do movimento, desmente grande parte dessas informações. A estudante, que inclusive já foi membro do grêmio de sua escola, Santo Inácio, garante que não existe qualquer referência ao Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR-8), embora faça questão de ressaltar que conhece e respeita a corrente política. Segundo Carolina, o nome do movimento tem a intenção de apresentar uma novidade: “queríamos um nome que demonstrasse que a nossa organização não vem substituir nenhuma existente, e é diferente todas que existem... é uma alusão à palavra ‘nova’.”
Na mesma linha, Carolina desmente a versão de “divisão do movimento estudantil”. Ela conta que teve o cuidado, inclusive, de ligar para o presidente da UNE, Augusto Chagas, para explicar a concepção do movimento: “não temos conflito com UNE e nem com a Ubes. Discordamos de algumas linhas que seguem, mas não viemos para criticar ninguém, viemos para defender a Educação, que é elemento fundamental para construir um país, uma nação com cidadãos conscientes”. E completa: “somos apartidários, mas algumas mídias divulgaram que seríamos apolíticos, é absurdo, porque nossa atitude não deixa de ser política.”
Matéria Completa, ::Aqui::
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O Nove é um movimento que surgiu no dia 1° de outubro, diante da notícia do vazamento e conseqüente adiamento da data da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Na ocasião, estimulados por seus professores, 12 estudantes de escolas particulares da zona sul do Rio de Janeiro se articularam por ligações e mensagens de telefone celular e se reuniram para organizar uma manifestação de protesto por conta do vazamento e adiamento da prova do Enem, que neste ano terá mais impacto no resultado dos exames de seleção para as universidades. O Nove conta hoje com cerca de trinta escolas e um comitê de organização com pouco mais de trinta membros, que se reúnem semanalmente.
Jovens de classe média de escolas particulares de uma grande capital brasileira protestando (no caso, justamente) contra o governo federal e ainda criticando a UNE e a Ubes. Este conjunto de fatores forneceu um prato cheio para os grandes barões da mídia brasileira distorcerem o movimento, inventando fatos e rotulando suas ações.
O "Nove" veio depois do "8"?
A Isto É foi a campeã. Publicou uma nota do jornalista Octávio Costa dizendo que o movimento “parece” ter se inspirado no MR-8 (Movimento Revolucionário 8 de outubro) e, na mesma edição, uma reportagem em que a jornalista Larissa Domingos defende que “a divisão do movimento estudantil é apenas uma parte do prejuízo político do governo com a fraude [no Enem]”. Na reportagem, o tempo inteiro o Nove aparece como uma contraposição e um questionamento à UNE e à Ubes.
Entretanto, a liderança do Nove Carolina Delamare, figura presente em todas as reportagens a respeito do movimento, desmente grande parte dessas informações. A estudante, que inclusive já foi membro do grêmio de sua escola, Santo Inácio, garante que não existe qualquer referência ao Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR-8), embora faça questão de ressaltar que conhece e respeita a corrente política. Segundo Carolina, o nome do movimento tem a intenção de apresentar uma novidade: “queríamos um nome que demonstrasse que a nossa organização não vem substituir nenhuma existente, e é diferente todas que existem... é uma alusão à palavra ‘nova’.”
Na mesma linha, Carolina desmente a versão de “divisão do movimento estudantil”. Ela conta que teve o cuidado, inclusive, de ligar para o presidente da UNE, Augusto Chagas, para explicar a concepção do movimento: “não temos conflito com UNE e nem com a Ubes. Discordamos de algumas linhas que seguem, mas não viemos para criticar ninguém, viemos para defender a Educação, que é elemento fundamental para construir um país, uma nação com cidadãos conscientes”. E completa: “somos apartidários, mas algumas mídias divulgaram que seríamos apolíticos, é absurdo, porque nossa atitude não deixa de ser política.”
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Comentários
ESTE DOS NOVE NÃO SABEM NEM RACIOCINAR E MUITO MENOS PENSAR.POIS TECERAM UMA CRÍTICA AO ENEM, CIENTE QUE FOI UMA SABOTAGEM PLANEJADA PELOS PARTIDOS POLÍTICOS TUCANLHAS/DEMOS/PPS E A MÍDIA PILANTRA.DESTA FORMA ESTE GRUPO É IGUAL A FÓRMULA MATEMÁTICA NOVE FORAS É IGUAL A NADA.ESTE GRUPO SÃO COMPOSTOS POR UNS BOBOS DE POUCA INTELIGÊNCIA, MAS ACOSTUMADOS PELOS GENITORES EM MAMAR NAS TETAS DO GOVERNO.
LSEM ANTES