Roberta Lopes, Agência Brasil
“O professor de relações internacionais Argemiro Procópio, da Universidade de Brasília (UnB), cobrou uma participação mais pró-ativa da Organização dos Estados Americanos e do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) na busca de uma solução para a crise institucional em Honduras, provocado pela golpe de Estado que derrubou o presidente Manuel Zelaya, em 28 de junho último.
De acordo com ele, a OEA deveria estar realizando reuniões para buscar um entendimento entre as partes em em Honduras, diz o professor, referindo-se a Zelaya, que retornou ao país na última segunda-feira (21) e pediu refúgio na Embaixada do Brasil, e aos golpistas liderados por Roberto Micheletti.
Para Procópio, a Conselho de Segurança da ONU também deveria se empenhar mais para resolver a crise hondurenha. Na sua opinião, as maiores potencias mundiais poderiam fazer pressão para provocar um diálogo entre Zelaya e Micheletti. “Eles têm como fazer pressões específicas, além daquelas que que podem ser feitas nas áreas financeira e de comércio.”
“O professor de relações internacionais Argemiro Procópio, da Universidade de Brasília (UnB), cobrou uma participação mais pró-ativa da Organização dos Estados Americanos e do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) na busca de uma solução para a crise institucional em Honduras, provocado pela golpe de Estado que derrubou o presidente Manuel Zelaya, em 28 de junho último.
De acordo com ele, a OEA deveria estar realizando reuniões para buscar um entendimento entre as partes em em Honduras, diz o professor, referindo-se a Zelaya, que retornou ao país na última segunda-feira (21) e pediu refúgio na Embaixada do Brasil, e aos golpistas liderados por Roberto Micheletti.
Para Procópio, a Conselho de Segurança da ONU também deveria se empenhar mais para resolver a crise hondurenha. Na sua opinião, as maiores potencias mundiais poderiam fazer pressão para provocar um diálogo entre Zelaya e Micheletti. “Eles têm como fazer pressões específicas, além daquelas que que podem ser feitas nas áreas financeira e de comércio.”
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