Gilberto Costa, Agência Brasil
“Na próxima terça-feira (1º), a comissão que organiza a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) deverá estabelecer o regimento, os eixos temáticos e como serão preparados os documentos de referência e o caderno de teses e propostas para o evento que será realizado em Brasília nos dias 1º, 2 e 3 de dezembro. Os documentos servirão de base para as discussões regionais preparatórias da conferência.
Hoje a comissão organizadora conseguiu fechar um acordo sobre como se dará a participação das entidades empresariais, do Poder Público e das entidades ligadas ao movimento social. Foi aceita a proposta feita o governo no começo do mês para que, nas decisões tripartite da conferência, os empresários terão peso de 40%, as entidades da sociedade civil o mesmo peso e o Poder Público, 20%.
As decisões, “para questões sensíveis” frisou José Paulete. da Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra), serão tomadas com maioria de 60% do peso, desde que haja pelo menos um voto em todas as três formas de representação. Para o ministro das Comunicações, Hélio Costa, com o acordo “todas pendências foram resolvidas. Não pode votar com dois blocos só fazendo a maioria, tem que ter voto de todos os setores”, explicou.
De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), José Soter, o acordo fechado não foi ideal, mas viabiliza a realização da conferência. “O que saiu hoje no gabinete do ministro Hélio Costa foi o que é possível negociar. É a condição que a gente teve de destravar o processo e colocar a conferência na rua”, defendeu. Segundo Soter, o número mínimo de delegados será de 80 para empresas e entidades e 40 para o Poder Público. No total, a conferência deverá ter a participação de 1.500 delegados.”
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“Na próxima terça-feira (1º), a comissão que organiza a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) deverá estabelecer o regimento, os eixos temáticos e como serão preparados os documentos de referência e o caderno de teses e propostas para o evento que será realizado em Brasília nos dias 1º, 2 e 3 de dezembro. Os documentos servirão de base para as discussões regionais preparatórias da conferência.
Hoje a comissão organizadora conseguiu fechar um acordo sobre como se dará a participação das entidades empresariais, do Poder Público e das entidades ligadas ao movimento social. Foi aceita a proposta feita o governo no começo do mês para que, nas decisões tripartite da conferência, os empresários terão peso de 40%, as entidades da sociedade civil o mesmo peso e o Poder Público, 20%.
As decisões, “para questões sensíveis” frisou José Paulete. da Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra), serão tomadas com maioria de 60% do peso, desde que haja pelo menos um voto em todas as três formas de representação. Para o ministro das Comunicações, Hélio Costa, com o acordo “todas pendências foram resolvidas. Não pode votar com dois blocos só fazendo a maioria, tem que ter voto de todos os setores”, explicou.
De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), José Soter, o acordo fechado não foi ideal, mas viabiliza a realização da conferência. “O que saiu hoje no gabinete do ministro Hélio Costa foi o que é possível negociar. É a condição que a gente teve de destravar o processo e colocar a conferência na rua”, defendeu. Segundo Soter, o número mínimo de delegados será de 80 para empresas e entidades e 40 para o Poder Público. No total, a conferência deverá ter a participação de 1.500 delegados.”
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