Maria Rosa de Miranda Coutinho, Adital
“Temos acompanhado nos últimos dias, através da imprensa, uma antiga discussão sobre as ocupações dos sem-terra em fazendas de gado ou improdutivas muito bem maquiadas.
Como já estamos acostumados a ver, as maiores críticas caem sobre este movimento considerado desde os seus primeiros passos como invasores fora da lei e desordeiros.
É impressionante como a elite brasileira define um movimento legítimo que há mais ou menos quatro décadas reivindica uma ação responsável e comprometida das autoridades governamentais quanto à questão da reforma agrária. Mais impressionante são as narrações pouco verdadeiras e muitas vezes maldosas que partem da mídia em nosso país.
As notícias a respeito de ocupações por parte dos sem terra, cujas instituições sérias dos direitos humanos estão aí para confirmar, tentam convencer a sociedade, tão vítima das injustiças quanto os ocupantes sem terra que se trata, simplesmente, de bandidos arruaceiros.”
Artigo Completo, ::Aqui::
“Temos acompanhado nos últimos dias, através da imprensa, uma antiga discussão sobre as ocupações dos sem-terra em fazendas de gado ou improdutivas muito bem maquiadas.
Como já estamos acostumados a ver, as maiores críticas caem sobre este movimento considerado desde os seus primeiros passos como invasores fora da lei e desordeiros.
É impressionante como a elite brasileira define um movimento legítimo que há mais ou menos quatro décadas reivindica uma ação responsável e comprometida das autoridades governamentais quanto à questão da reforma agrária. Mais impressionante são as narrações pouco verdadeiras e muitas vezes maldosas que partem da mídia em nosso país.
As notícias a respeito de ocupações por parte dos sem terra, cujas instituições sérias dos direitos humanos estão aí para confirmar, tentam convencer a sociedade, tão vítima das injustiças quanto os ocupantes sem terra que se trata, simplesmente, de bandidos arruaceiros.”
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