"Morte de Marcelo Cavalcante, encontrado no lago Paranoá, em Brasília, segue envolta em mistério. Ex-assessor do governo Yeda Crusius iria prestar depoimento ao MP Federal e manifestou interesse em ingressar no Programa de Proteção a Testemunhas do Ministério da Justiça, segundo fontes da Polícia Federal e da Secretaria de Direitos Humanos. Cavalcante foi demitido após ter seu nome envolvido no escândalo do Detran no RS. Segundo denúncia do PSOL, Cavalcante estaria disposto a aceitar acordo de delação premiada.
Marco Aurélio Weissheimer, Carta Maior
Uma fonte da Polícia Federal e uma da Secretaria de Direitos Humanos revelaram ao blog Diários de Brasília que Marcelo Cavalcante manifestou interesse em ingressar no Programa de Proteção a Testemunhas do Ministério da Justiça. Segundo o jornalista Fábio Schaffner, o ex-assessor do governo Yeda Crusius, encontrado morto no Lago Paranoá, em Brasília, não chegou a formalizar o pedido, mas pediu informações sobre os procedimentos necessários para o ingresso no programa.
Dois dos requisitos principais para ingresso no programa de proteção são os seguintes:
a) Situação de risco. A pessoa deve estar "coagida ou exposta a grave ameaça". Não é necessário que a coação ou ameaça tenha já se tenham consumado, sendo bastante a existência de elementos que demonstrem a probabilidade de que tal possa vir a ocorrer.
b) Relação de causalidade. A situação de risco em que se encontra a pessoa deve decorrer da colaboração por ela prestada a procedimento criminal em que figura como vítima ou testemunha. Pessoas sob ameaça ou coação motivadas por quaisquer outros fatores não comportam ingresso nos programas.
Segundo familiares do ex-assessor tucano, ele estava muito angustiado com um depoimento que deveria prestar ao Ministério Público Federal. Os parentes de Marcelo Cavalcante não acreditam na hipótese de suicídio e decidiram acompanhar mais de perto as investigações da Polícia Civil de Brasília. Análises feitas pela polícia das imagens das câmeras da ponte Juscelino Kubitschek não confirmaram até agora a hipótese de suicídio. Os encarregados da investigação já cogitam a prorrogação do prazo de 30 dias para a conclusão do inquérito.”
Artigo Completo, ::Aqui::
Marco Aurélio Weissheimer, Carta Maior
Uma fonte da Polícia Federal e uma da Secretaria de Direitos Humanos revelaram ao blog Diários de Brasília que Marcelo Cavalcante manifestou interesse em ingressar no Programa de Proteção a Testemunhas do Ministério da Justiça. Segundo o jornalista Fábio Schaffner, o ex-assessor do governo Yeda Crusius, encontrado morto no Lago Paranoá, em Brasília, não chegou a formalizar o pedido, mas pediu informações sobre os procedimentos necessários para o ingresso no programa.
Dois dos requisitos principais para ingresso no programa de proteção são os seguintes:
a) Situação de risco. A pessoa deve estar "coagida ou exposta a grave ameaça". Não é necessário que a coação ou ameaça tenha já se tenham consumado, sendo bastante a existência de elementos que demonstrem a probabilidade de que tal possa vir a ocorrer.
b) Relação de causalidade. A situação de risco em que se encontra a pessoa deve decorrer da colaboração por ela prestada a procedimento criminal em que figura como vítima ou testemunha. Pessoas sob ameaça ou coação motivadas por quaisquer outros fatores não comportam ingresso nos programas.
Segundo familiares do ex-assessor tucano, ele estava muito angustiado com um depoimento que deveria prestar ao Ministério Público Federal. Os parentes de Marcelo Cavalcante não acreditam na hipótese de suicídio e decidiram acompanhar mais de perto as investigações da Polícia Civil de Brasília. Análises feitas pela polícia das imagens das câmeras da ponte Juscelino Kubitschek não confirmaram até agora a hipótese de suicídio. Os encarregados da investigação já cogitam a prorrogação do prazo de 30 dias para a conclusão do inquérito.”
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