“Em parceria com estados e municípios, o governo federal lançará em março pactos, com metas, nas cinco regiões brasileiras para acelerar a redução de desigualdades sociais no país. O anúncio foi feito pelo ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, na abertura da reunião entre ministros e governadores do Norte e Nordeste.
No encontro, que reúne 17 governadores, no Palácio do Planalto, estão sendo discutidas estratégias de atuação integrada para reduzir o analfabetismo, a mortalidade infantil, acabar com o sub-registro civil e fortalecer as ações na agricultura familiar.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse aos governadores que as desigualdades regionais devem ser colocadas na ordem do dia. Para que sejam solucionadas, acrescentou ela, é que é preciso superar as diferenças no desenvolvimento social, classificadas por ela como “inaceitáveis”.
Dilma destacou a atuação articulada entre os estados e a União. “Quando não se tem ações articuladas, não se tem um projeto de desenvolvimento. Nosso desafio é articular essas ações”.
Ela afirmou também que é possível uma contribuição da União para solucionar os problemas, “principalmente agora que enfrentamos uma crise em que o investimento público será fundamental”.
Yara Aquino, Agência Brasil
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No encontro, que reúne 17 governadores, no Palácio do Planalto, estão sendo discutidas estratégias de atuação integrada para reduzir o analfabetismo, a mortalidade infantil, acabar com o sub-registro civil e fortalecer as ações na agricultura familiar.
A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse aos governadores que as desigualdades regionais devem ser colocadas na ordem do dia. Para que sejam solucionadas, acrescentou ela, é que é preciso superar as diferenças no desenvolvimento social, classificadas por ela como “inaceitáveis”.
Dilma destacou a atuação articulada entre os estados e a União. “Quando não se tem ações articuladas, não se tem um projeto de desenvolvimento. Nosso desafio é articular essas ações”.
Ela afirmou também que é possível uma contribuição da União para solucionar os problemas, “principalmente agora que enfrentamos uma crise em que o investimento público será fundamental”.
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