“Desde o começo da semana, circulam fortes indícios a respeito da possível prisão de acusados no "tucanoduto" mineiro
A semana começou tensa em Brasília e Belo Horizonte, devido a boatos da possível prisão de acusados no esquema “tucanoduto”. A Polícia, o Ministério Público Federal (MPF) e o Supremo nada comentam a respeito.
Desta forma, “extra-oficialmente”, o que se sabe é que as prisões ocorreriam em função do desdobramento das investigações em Minas Gerais e São Paulo.”
Novojornal
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Valério é citado em suposto desvio em fundação de MG
“O Ministério Público (MP) de Minas Gerais abriu investigação para apurar um suposto desvio de R$ 4,3 milhões nos cofres da Fundação Mineira de Educação e Cultura (Fumec). Deste montante, cerca de R$ 2,3 milhões teriam sido desviados por meio de contratos de prestação de serviços que não teriam sido executados pela SMPB Comunicação, então de propriedade do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, também denunciado de envolvimento no mensalão petista e no mensalão tucano, em Minas.
A Fumec é uma pessoa jurídica de direito privado mantenedora de instituição de ensino superior, sem fins lucrativos, que possui benefícios fiscais garantidos pela Constituição. De acordo com matéria publicada hoje pelo jornal O Tempo, de Belo Horizonte, auditorias realizadas na Fumec - de 21 de agosto a 15 de dezembro de 2006 - constataram que entre 2001 e 2005 a SMPB foi contratada pela quantia de R$ 2.338.559. As campanhas publicitárias, porém, não teriam sido elaboradas.”
A Tarde
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Banco Rural será investigado
“Empréstimos seriam para lavar dinheiro do esquema "Tucanoduto", montado por Eduardo Azeredo, atravéz de João Heraldo
O procurador-geral da República, Antônio Fernando Souza, pediu à procuradoria da República no Estado de Minas Gerais que investigue o suposto envolvimento do Banco Rural nas fraudes financeiras apontadas pela Polícia Federal no mensalão mineiro. Souza recomenda que seja apurada "a prática de crimes contra o sistema financeiro nacional por parte dos dirigentes do Banco Rural em concurso com outras pessoas".
Nessa etapa, deverão ser aprofundadas também as investigações sobre a rede de relações do banco com o governo mineiro, o que inclui uma devassa nos contratos entre o Estado e empresas do grupo Rural, entre elas a construtora Tratex.”
Novojornal
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Valerioduto tucano corre o risco de prescrever, diz juiz
“O juiz federal Jorge Gustavo Serra de Macedo Costa, responsável pela fase inicial do inquérito do mensalão, em Minas Gerais, admite a possibilidade de que denunciados no valerioduto tucano sejam beneficiados com a prescrição, graças ao foro privilegiado e à "falta de vocação" do STF (Supremo Tribunal Federal) para julgar processos criminais que caberiam a juízes de primeira instância, informa nesta quarta-feira reportagem de FREDERICO VASCONCELOS, publicada pela Folha (íntegra somente para assinantes do jornal ou do UOL).”
Folha Online
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