Tucanoduto: Líder do PSDB vai questionar procurador-geral sobre denúncia contra Azeredo

“O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), disse que vai conversar com o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, para saber as razões de ele não ter citado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na denúncia sobre a existência do chamado mensalão envolvendo o governo Lula e integrantes do PT e de ter citado o senador Eduardo Azerendo na dénúncia sobre o valorioduto mineiro. O tucano argumentou que, nos dois casos, as autoridades afirmaram que desconheciam as operações que foram apontadas como irregulares.


- Tenho grande respeito pelo procurador e quero que ele me mostre a diferença entre Lula e Azeredo. Os dois dizem que não sabiam. Quanto ao senador Eduardo Azeredo, cabe a ele se defender agora - disse Arthur Vigílio.”
Jailton de Carvalho, Cristiane Jungblut e Evandro Éboli, O Globo
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Comentários

Anônimo disse…
Pode questionar a vontade, contra provas não há questionamento. Vão dançar bonito a patota do José Dirceu, faltando o chefe obviamente, e a do Azeredo e Mares Guia.

Graças a imprensa que denuncia e apresenta as provas, para desgosto de alguns da esquerda que queriam que estes fatos continuassem ocultos, estamos começando a fortalecer a democracia e a honestidade em nosso país, apesar dos esforços em contrário do Lula e do PT.
Anônimo disse…
Ha! Ha! Ha! O tal "anônimo" sempre com sua anônima valentia.

O senadorzinho valente apresentado aqui é o mesmo que ameaçou dar porrada no Presidente Lula. Essa ameaça contra o Presidente da República já mereceria um processo na Comissão de Ética. O tal valente senador, macho que nem franga de granja, é o mesmo que declarou ALEGREMENTE a um jornal que também havia utilizado de caixa 2. O motivo de sua alegre entrevista era a prescrição do crime.


O "anônimo" ficou animado com o novo factóide do senador medíocre. Na sua animação com o comportamento abobalhado do senador falso-moralista, o valente "anônimo" se identifica com o "excelência" que foi agraciado com 3% ou 5%, tanto faz, dos votos dos eleitores de sua terra. Foi a resposta do povo para os medíocres e falsos moralistas.

Como é que é, mesmo? Êle foi tomar satisfação com o Procurador da República? Ha! Ha! Ha!
Anônimo disse…
O mesmo Procurador da República que com base nas provas colhidas pela PF conseguiu o indiciamento de José Dirceu e seus 39 cúmplices (só não teve peito de denunciar o chefe da quadrilha)'O mesmo procurador que provou a existência do mensalão.

Quem é amoral não pode falar de falso moralismo, pois se não tem moral como pode saber se é falso ou não?

Não adianta provocações, não vou sair no braço com você. Sua apelação sempre, a sua agressividade demonstram que você não tem argumentos e`só apela para chavões e frases feitas.

É realmente um inocente útil a serviço da esquerda, e bem pago para isto.
Anônimo disse…
O Luiz ficou enfezado também?

O maior chavão que os facistóides enrustidos utilizam contra o pessoal de esquerda é o de acusá-los de serem pagos pelo governo. Ser pago para estar a serviço da esquerda é novidade. Que demonstração de inteligência e perspicácia do tal Luiz com essa acusação!

Os argumentos que utilizo estão expostos aqui no blog. Costumo apresentar as fontes do conteúdo que apresento. Os cansados, despeitados e FALSOS MORALISTAS é que não lêem por carecem de alguma coisa. Ficam ansiosos demais para atacar a esquerda, as estatais e o governo que tentam ocultar suas deficiências politicas (para não dizer de leitura).
Anônimo disse…
José Justino só apresenta bla bla bla sem nexo e não prova nada do que diz. É um gorila enrustido que quer ver impantaddo na América Latina uma nova União Soviética sob o comando de Chaves. Como só lê o que quer não lê as provas que lhe são apresentadqas contra a suas idéias. Ademais que é amoral não pode julgar se os outros são ou não falsos moralistas porque ele não sabe o que é moral.

O caso do Justino é típico de inteligência artificial. Só repete o que consegue decorar, sem entender, dos livros que lê na porta das livrarias de 2a. classe.