“As FARCs (Forças Armadas Revolucionárias Colombianas) controlam um terço do território daquele país. A outra guerrilha, a última criada por Chê Guevara, o ELN (Exército de Libertação Nacional) controla um quarto do território da Colômbia. O intenso noticiário sobre as FARCs no Brasil se deve à presença da guerrilha próxima a fronteira do território nacional e por conta disso às constantes imputações da imprensa brasileira sobre a pretensa associação entre a guerrilha e o tráfico de drogas.
O que se percebe de imediato, é que a Colômbia é um país dividido, com boa parte do seu território controlado por forças guerrilheiras (ELN e FARCs têm divergências ideológicas e buscam superá-las para unir forças).
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ofereceu-se para mediar um acordo político, vários já foram tentados, entre as FARCs e o governo central de Bogotá. Álvaro Uribe, presidente da Colômbia, aceitou a proposta e Chávez pôs-se a negociar com os guerrilheiros, principalmente, a libertação de políticos seqüestrados e em poder da guerrilha, dentre eles Ingrid Bettancourt, candidata a presidente daquele país nas últimas eleições.”
Laerte Braga, NovaE
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