Um dia vendo as “Duas Caras” da Globo

“Última segunda-feira de outubro, calor no Rio de Janeiro, caos no trânsito e o início de uma semana com feriado na sexta-feira. Esse é o panorama do dia em que assisti a novela das oito da Globo, chamada “Duas Caras”. Dentre os assuntos tratados nesse capítulo da novela, que eu não acompanho e por isso não sei os nomes das personagens, estão desde favela no Rio de Janeiro, passando por Paris até a discussão sobre o ensino superior no Brasil. Estranho se não fosse por um detalhe: tudo tem um sentido muito claro que começa a ser mostrado pela Globo não apenas na novela, mas em toda a sua grade de programação, desde os telejornais do dia, da noite e nas novelas que dentre diversão e coisinhas para distrair o telespectador tem quase que uma doutrinação. Ou, como disse Heitor Reis nesse mesmo fazendomedia.com, manipula-los é sempre um bom negócio.

Vamos aos assuntos tratados apenas nesse dia, 29 de outubro:

A personagem de Suzana Vieira, que na novela é dona de uma Universidade, foi à Paris convencer a filha, Aline Moraes, a se tornar reitora da universidade, cargo vago após a morte do marido. Por um acaso do destino, em plena Paris, Suzana encontra José Wilker, grande especialista em educação e o chama para conversar. O capítulo de segunda foi a conversa entre os dois e o drama de Suzana porque sua filha não quer assumir o cargo, obviamente quer continuar em Paris, quem não quereria.”
Renata Figueiredo Moraes, Fazendo Media
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