Não se espera uma guinada como a do ex-PFL – que trocou de nome, sigla, cor e direção. São dois cenários oposicionistas distintos, pois a derrota do PSDB na eleição de sete meses atrás foi matizada pela manutenção dos governos estaduais de São Paulo e Minas Gerais (mais a conquista de um altamente encrencado governo gaúcho).
Porém, por ironia, este prêmio de consolação, que é o trunfo tucano, é também o pomo da discórdia de um partido outra vez rachado, como em 2006, mas com quatro anos de antecedência, entre dois presidenciáveis rivais, os governadores José Serra e Aécio Neves. Quanto ao candidato presidencial do ano passado, ex-governador Geraldo Alckmin, não foi escalado entre as ''pessoas de peso'' que ocupam a tribuna do Seminário.”
Portal: Vermelho
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