A mesma crítica sofrem os movimentos sociais que lutam pela reforma agrária ou os que defendem o acesso universal à moradia de qualidade nas cidades. Eles são taxados de estarem “fazendo política” e não de lutarem para conseguirem um teto ou uma terra.
Essas críticas são estúpidas. É claro que as ocupações da USP, de terras improdutivas ou de prédios abandonados têm um objetivo muito maior do que apenas obter concessões de curto prazo. Elas não servem apenas tapar as goteiras das salas de aula, desapropriar uma fazenda ou destinar um prédio aos sem-teto. Isso é importante, mas é migalha.”
Leonardo Sakamoto / Blog do Sakamoto
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