Ao todo, faltam 541 funcionários e 505 professores, entre 412 escolas pesquisadas. Além disso, 301 escolas estão com o repasse da verba de autonomia atrasado e 91 têm obras interrompidas ou não-iniciadas. Para a presidente do Cpers, Simone Goldschmidt, as nomeações e contratações feitas pelo governo estadual ainda são insuficientes.
"Então percebe-se claramente que o número de nomeações realizadas pela Secretaria de Educação é insuficiente e que o número de contratações também realizadas pela secretaria também é insuficiente. Então nós estamos diante de um quadro caótico nas nossas escolas", diz.”
Raquel Casiraghi / Brasil de Fato
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