“A criação da Secretaria dos Portos, a ser ocupada pelo ex-ministro Pedro Passos como representante do PSB, encerra de vez a reforma ministerial. Na nova configuração da Esplanada, a estrela é Lula, o Palácio é menos petista e os ministérios refletem mais o poder dos partidos, que devem refletir melhor o governo no Congresso.
Tudo deve estar acertado até segunda-feira, quando prevista a primeira reunião ministerial, que tem o sentido de integração dos novos membros do primeiro escalão do governo. Não há figuras de brilho no ministério, embora nada as impeça de brilharem.
O que está assegurado é o papel preponderante de Lula, diverso das primeiras avaliações do governo em 2003, quando o presidente era visto como um coordenador de equipe, um mediador de opiniões. Tornou-se, incontestavelmente, o chefe.”
Carlos Lopes / Politicall.com
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