“Os professores da rede pública estadual paulista decidiram entrar em greve a partir da próxima quarta-feira (3), segundo o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp). A decisão foi tomada numa assembleia realizada nesta sexta-feira (29) na Praça da República, em frente à Secretaria de Educação, no centro da capital paulista.
Vermelho.org
Desde a manhã, ônibus vindos do interior já podiam ser vistos nas imediações do Largo do Arouche, próximo ao local do encontro — que reuniu 5 mil pessoas. Além de denunciar o descaso do governo de José Serra (PSDB) na área de educação, a greve tem o objetivo de pressionar o Executivo estadual a retirar os projetos de lei complementares 19 e 20 da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), ambos enviados pelo governador.
Em nota, os professores afirmam que os projetos retiram direitos e tornam mais precária a vida funcional dos admitidos em caráter temporário. Segundo a Apeoesp, os professores temporários compõem quase metade do quadro estadual. As propostas tucanas tratam da contratação de servidores temporários e da criação de novas jornadas de trabalho e concursos para professores da rede estadual de ensino.
Segundo a secretária de comunicações da Apeoesp, Rosana Inácio, os professores estiveram reunidos com o secretário estadual de educação, Paulo Renato, no dia 12 de maio, quando ele havia sido recentemente empossado no cargo. Na ocasião, o secretário alegou não poder encaminhar a discussão e pediu um tempo para se informar melhor sobre o tema.
Os projetos foram encaminhados para a apreciação dos deputados estaduais — e a Apeoesp chegou a participar do colégio de líderes, quando novamente expôs suas avaliações e conseguiu que fosse agendada uma audiência pública para debater as propostas — justamente no dia 3.”
Matéria Completa, ::Aqui::
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Desde a manhã, ônibus vindos do interior já podiam ser vistos nas imediações do Largo do Arouche, próximo ao local do encontro — que reuniu 5 mil pessoas. Além de denunciar o descaso do governo de José Serra (PSDB) na área de educação, a greve tem o objetivo de pressionar o Executivo estadual a retirar os projetos de lei complementares 19 e 20 da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), ambos enviados pelo governador.
Em nota, os professores afirmam que os projetos retiram direitos e tornam mais precária a vida funcional dos admitidos em caráter temporário. Segundo a Apeoesp, os professores temporários compõem quase metade do quadro estadual. As propostas tucanas tratam da contratação de servidores temporários e da criação de novas jornadas de trabalho e concursos para professores da rede estadual de ensino.
Segundo a secretária de comunicações da Apeoesp, Rosana Inácio, os professores estiveram reunidos com o secretário estadual de educação, Paulo Renato, no dia 12 de maio, quando ele havia sido recentemente empossado no cargo. Na ocasião, o secretário alegou não poder encaminhar a discussão e pediu um tempo para se informar melhor sobre o tema.
Os projetos foram encaminhados para a apreciação dos deputados estaduais — e a Apeoesp chegou a participar do colégio de líderes, quando novamente expôs suas avaliações e conseguiu que fosse agendada uma audiência pública para debater as propostas — justamente no dia 3.”
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Comentários
Já passei a maioridade das greves, parei junto com escolas outras tantas já fiz sozinho, fiz paerte de comandos, o que voce imaginar já fiz enquanto militante, na última greve, de 2008, não vi só a greve, vi a morte de uma categoria, por mais professores que tenham participado, vi o esgotamento desse recurso, em conversas com muitos professsores de outras escolas e cidades.
Os deputados oposicionista é minoria, mas são bons, inúmeros colegas salientam que a data-base é lei, que o setor juridico das entidades deveria entrar com recurso contra o governo, bem como os deputados, as entidades deveriam colocar propagandas nos meios de comunicação e ratear o custo, que os emails dos deputados que apoiam o Serra deveria receber direto comunicados dos professores, falar disso em sala de aula, em reunião de pais, comentar a questão do bônus e sua realidade. Muitos professores questionam somente a greve como única arma.
Não acredito no sucesso dessa greve e pela primeira vez, eu ainda era aluno da faculdade e acompanhava os movimentos grevista da categoria ao qual atualmente pertenço.
Saudações
Avelino