Não deu no Jornal Nacional: investimentos voltam a liderar crescimento das despesas públicas em abril
Wellton Máximo, Agência Brasil
"Depois de iniciarem o ano com crescimento menor que as despesas de custeio (manutenção da máquina pública), os investimentos reagiram em abril e recuperaram o ritmo de expansão, disse hoje (27) o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Segundo ele, os gastos com as obras públicas estão se aproximando da tendência de crescerem mais que o custeio.
“A tendência que se espera para 2009 é que o crescimento dos investimentos seja bem maior que o de custeio. Em alguns meses, esse ritmo pode se reduzir por causa de atrasos no cronograma dos ministérios, mas no final do ano a expansão se recupera”, afirmou Augustin, ao comentar o superávit primário de R$ 10,1 bilhões do Governo Central registrado em abril.
Segundo relatório divulgado hoje pelo Tesouro, os gastos com investimentos aumentaram 25,8% nos quatro primeiros meses do ano, contra o aumento de 23,2% no custeio. Até março, o crescimento acumulado em 2009 era de 24,3% nas despesas de investimento e de 13% no custeio.”
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"Depois de iniciarem o ano com crescimento menor que as despesas de custeio (manutenção da máquina pública), os investimentos reagiram em abril e recuperaram o ritmo de expansão, disse hoje (27) o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Segundo ele, os gastos com as obras públicas estão se aproximando da tendência de crescerem mais que o custeio.
“A tendência que se espera para 2009 é que o crescimento dos investimentos seja bem maior que o de custeio. Em alguns meses, esse ritmo pode se reduzir por causa de atrasos no cronograma dos ministérios, mas no final do ano a expansão se recupera”, afirmou Augustin, ao comentar o superávit primário de R$ 10,1 bilhões do Governo Central registrado em abril.
Segundo relatório divulgado hoje pelo Tesouro, os gastos com investimentos aumentaram 25,8% nos quatro primeiros meses do ano, contra o aumento de 23,2% no custeio. Até março, o crescimento acumulado em 2009 era de 24,3% nas despesas de investimento e de 13% no custeio.”
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