Eliakim Araujo, direto da Redação
"Os norte-americanos ainda estão extasiados com seu novo presidente. Calmo e gentil com todos, ele está conquistando até mesmo o coração de republicanos empedernidos. Todos esperavam as grandes mudanças prometidas por ele, mas não que elas viessem tão cedo e de maneira tão fulminante.
Logo no primeiro dia útil de governo, mexeu com questões que eram dogmas no governo anterior, como prisões ilegais e tortura de presos. Obama mandou fechar, no prazo máximo de um ano, a prisão na base de Guantânamo, em Cuba, onde estão suspeitos de terrorismo, e determinou que de agora em diante os Estados Unidos passem a respeitar a Convenção Internacional de Genebra, que o governo Bush tinha rasgado e jogado no lixo. Obama foi taxativo: “Não há mais tortura de presos nem prisões secretas em outros países".
Esses temas, embora extremamente delicados, pois envolvem a questão da segurança, nunca preocuparam seriamente o cidadão médio norte-americano, mais interessando em poder financiar a casa própria, os carros e manter um bom score em seu crédito para ter acesso ao mundo maravilhoso dos cartões de bancos e das lojas. É a praticidade da cultura americana, agravada por oito anos de alienação imposta por Bush e seus conservadores."
Artigo completo, ::Aqui::
"Os norte-americanos ainda estão extasiados com seu novo presidente. Calmo e gentil com todos, ele está conquistando até mesmo o coração de republicanos empedernidos. Todos esperavam as grandes mudanças prometidas por ele, mas não que elas viessem tão cedo e de maneira tão fulminante.
Logo no primeiro dia útil de governo, mexeu com questões que eram dogmas no governo anterior, como prisões ilegais e tortura de presos. Obama mandou fechar, no prazo máximo de um ano, a prisão na base de Guantânamo, em Cuba, onde estão suspeitos de terrorismo, e determinou que de agora em diante os Estados Unidos passem a respeitar a Convenção Internacional de Genebra, que o governo Bush tinha rasgado e jogado no lixo. Obama foi taxativo: “Não há mais tortura de presos nem prisões secretas em outros países".
Esses temas, embora extremamente delicados, pois envolvem a questão da segurança, nunca preocuparam seriamente o cidadão médio norte-americano, mais interessando em poder financiar a casa própria, os carros e manter um bom score em seu crédito para ter acesso ao mundo maravilhoso dos cartões de bancos e das lojas. É a praticidade da cultura americana, agravada por oito anos de alienação imposta por Bush e seus conservadores."
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