A quizumba continua II....

"As pessoas não são bobas"

Irritado com as constantes tentativas do prefeito de São Paulo e candidato à reeleição pelo DEM, Gilberto Kassab, de colar sua imagem ao PSDB, o candidato tucano à Prefeitura, Geraldo Alckmin, afirmou hoje que "as pessoas não são bobas". Kassab disse hoje que os políticos que ele mais admira são o governador José Serra, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e os ex-governadores Franco Montoro e Mário Covas, sem citar Alckmin. O tucano retrucou: "As pessoas não são bobas. Subestimar a inteligência delas é um grande erro. Lamento muito esse comportamento (de Kassab)."
Agência Estado
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"Briga em São Paulo passou dos limites"

“Sérgio Guerra quer fim da disputa dos tucanos em SP, divididos entre candidaturas de Kassab e Alckmin

O presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, disse nesta sexta-feira, 26, no Recife, que "já passou, e muito, dos limites" a briga dos tucanos em São Paulo, divididos entre as candidaturas Geraldo Alckmin (PSDB) e Gilberto Kassab(DEM). "Se brigarmos no primeiro turno de maneira muito estridente, nos prejudicamos, desconstruímos a nossa imagem e não ajudamos para que todos se juntem como devem se juntar para uma luta no segundo turno, que não será fácil, afirmou". "Temos mais chances, mas será sempre uma luta dura".
Angela Lacerda, Agência Estado
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"Traidor frio e mesquinho"

Nota: Orestes Quércia

"Em resposta ao Sr. Alckmin que denominou nossa chapa [Kassab/Serra/Quercia] de Quércia/Pitta, pretendo dizer que: conheço pouco o ex-prefeito Pitta, mas o suficiente para compreender que ele tem sido ao longo da vida mais vítima do que algoz. Por outro lado, conheço bem o sr. Alckmin para ter a certeza de sua personalidade duvidosa.

"Ele usou a força do governo de São Paulo para se impor como candidato a presidente, atropelando o candidato natural e amplamente favorito José Serra. Agora, tendo um alternativa natural de candidatura a governador em 2010, apoiado por todos, novamente o Sr Alckmin resolve se impor como candidato a prefeito para tentar destruir uma aliança elaborada com competência e sabedoria pelo PSDB e os Democratas, para eleger José Serra presidente em 2010. Para tanto, no dia a dia da sua campanha elabora uma maquinação mesquinha e traiçoeira entre as lideranças nacionais do PSDB, pretendendo posar de vítima, para dividir o partido e novamente atingir José Serra.

"Eu, que tenho uma história política de luta pela redemocratização do país, que no governo de São Paulo construí um sistema de desenvolvimento e progresso do Estado, hoje, prefiro ver meu nome vinculado ao Pitta do que a um traidor frio e mesquinho como o Sr. Alckmin."

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