“Os procuradores da República Matheus Baraldi Magnani e Luciana Sperb Duarte pediram as condenações da dona da Daslu, Eliana Tranchesi, de seu irmão, Antonio Carlos Piva de Albuquerque, diretor financeiro da empresa, e de mais cinco pessoas. O Ministério Público Federal em Guarulhos apresentou ontem à 2ª Vara Federal local as alegações finais no processo que apurou um esquema bilionário de importações fraudulentas supostamente criado pela loja para burlar o fisco. A previsão de sentença, nesse processo, é de cerca de 60 dias. Também foi pedida a condenação de cinco donos de quatro importadoras envolvidas no esquema - Celso de Lima (Multimport), André Beukers (Kinsberg), Roberto Fakhouri Junior e Rodrigo Nardy Figueiredo (Todos os Santos) e Christian Polo (By Brasil).
Para o MPF, os réus devem ser condenados pelos mesmos crimes da denúncia - formação de quadrilha, descaminho (fraude em importações), por nove vezes, sendo seis deles consumados e três tentativas, e falsidade ideológica (nove vezes). No documento, os procuradores pedem uma pena "severa e eficaz", que leve em consideração a sonegação de aproximadamente R$ 1 bilhão gerada pelo esquema, segundo ações fiscais dos fiscos federal e estadual nas empresas e nas pessoas físicas envolvidas.”
Portal Terra
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Comentários
É como a Jussara escreveu aí em cima. Os maiores bandidos deste país estão sob a proteção da tal "justiça" brasileira. A senhora que furtou o pote de manteiga da padaria ainda continua na prisão porque um juiz fascista insiste em mantê-la na jaula apesar dos esforços de alguns advogados. O juiz degenerado que assassinou o funcionário de um supermercado em Fortaleza foi "punido" com uma aposentadoria de marajá. E o filhote do juiz de Brasilia que assassinou o índio por diversão? O degenerado está muito bem com um concurso arranjado pelo pai.
É a justiça de classe, é claro. E ainda há idiotas. Idiotas, vejam bem, que não gostam ou ficam indignados (êpa!) quando alguém denuncia o interesse de classe no comportamento da élite brasileira. Eles, os idiotas, afirmam que estamos "incitando" a guerra de classes.
(josé justino)