A primeira de uma série?

Capa (topo) da Folha de São Paulo

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Tucanos fazem blitz em defesa de Azeredo

“Um dia depois de ter dito que a campanha na qual foi acusado de se envolver com o chamado mensalão mineiro era a mesma do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso à reeleição, o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) foi socorrido ontem por uma mobilização tucana em sua defesa.

A ofensiva contou com o engajamento do governador José Serra, do ex-governador Geraldo Alckmin, do presidente do partido, senador Tasso Jereissati (CE), e do líder no Senado, Artur Virgílio (CE). "Não há mensalão mineiro nenhum", afirmou Serra, em São Paulo, saindo em defesa do senador mineiro. "Eu quero dizer que o Azeredo é um homem íntegro, honesto, um grande caráter".

Ele classificou de "não pertinentes" as acusações de que o partido teria isolado Azeredo, embora ele próprio tenha adotado comportamento cauteloso depois que o senador virou alvo de denúncias. "É uma sensação dele (se sentir abandonado), mas não é uma realidade", disse. Alckmin fez questão de diferenciar o mensalão petista do caso mineiro.”
Tribuna da Imprensa
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Comentários

Anônimo disse…
O maior benefício do tucanoduto é que agora a esquerda não pode mais negar a existência do mensalão. O tucanoduto e p mensalão estão intimamente ligados. Um não existiu sem o outro e o "Eu não sabia"não cola mais. E agora Lula? sai desta sinuca. Os fins não justificam os meios.
Anônimo disse…
Esta foto da primeira página da Folha de São Pulo estapada aqui comprova o que venho gritando aos quatro ventos. A esquerda não tem coerencia. Ataca o que chama de imprensa corporativa quando esta não atende a seus interesses e a usa qundo lhe é favorável e conveniente. A esquerda não sobrevive com a imprensa livre fora de seu controle, por isto inventou o movimento dos sem mídia, que na verdade deveria ser o movimento dos sem controle da mídia.
Anônimo disse…
Repetir a mesma ladainha não vai resolver o problema rancoroso dos "anônimos" contra a esquerda. Atentem para o detalhe da crítica à mídia corporativa, vulgo "imprensalão" ou PIG, para que no futuro não sejam acusados de deficiência ou conveniência na leitura. Vejamos, um foi rotulado de mensalão do PT durante esse dois últimos anos e o outro passou a ser mensalão mineiro, valerioduto e até azeredoduto. Para a imprensa "livre" não é um mensalão do PSDB. A partir do momento que o Azeredo deu com as linguas nos dentes, os nomes agora foram reduzidos a apenas valerioduto e mensalão mineiro.

Ambos não passam de caixa 2. Quem continuar com a palhaçada de "mensalão" inventada pelo escroque advogado de porta-de-cadeia vai no futuro pagar o mico pelo besteirol. Nada como um certo distanciamento no tempo. Cidadãos honestos e corretos estão preocupados é com as provas da origem dos recursos. As provas e o mecanismo de desvio é que interessam para serem realmente combatidos. Caixa 2 é crime político. Desviar recursos públicos é outro tipo de crime muito mais grave. O resto? Ora, o resto é o ranger de dentes contra a esquerda que está a trancos e barrancos organizando o país com a recuperação do Estado e a implementação de políticas públicas.
Anônimo disse…
Leia o relatório da CPMI no site do senado. Você vai ver as provas de que era mais do que mensalão, em muitos casos era semanão. Além do mais foi crime, não importa o nome que se dê. Caixa 2 é crime, mensalão é crime etc. Roberto Jefferson só denunciou o esquema porque parou de receber a grana que lhe haviam prometido.

Não tenho rancor nenhum. Tenho é indignação com a impunidade e de ver que tem gente que acredita que os fins justificam os meios, tenta encobrir o sol com a peneira e defende ladrões e corruptos.