O nacionalismo revolucionário

“O nacionalismo sempre foi razão suficiente para os Estados-nacionais latino-americanos empreenderem transformações radicais na organização da vida. Foi na defesa da "nação" que iniciaram os movimentos de independência, ainda que naqueles dias o conceito fosse mais abrangente, uma vez que Bolívar sonhava com uma Pátria Grande, que aglutinasse um conjunto de países. De qualquer forma, as guerras tinham como objetivo primeiro assegurar a soberania dos povos desta parte do mundo diante da colônia. Era uma afirmação da nação.

Também em outros pontos do mundo, e em outras épocas, as grandes revoluções tiveram caráter eminentemente nacional. A guerra de independência dos Estados Unidos, a revolução mexicana em 1910, a revolução russa em 1917, a chinesa em 1949, a cubana em 1959, as transformações chilenas em 1970, com Allende, a revolução sandinista em 1979. No centro destas lutas estava a nação, a idéia de soberania, o fim da dependência, o sonho de um desenvolvimento endógeno.”
Elaine Tavares, Adital
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Comentários

Anônimo disse…
Se esqueceram do mencionar o nacional socialismo na Alemanha, o Facismo na Itália? Quantos milhões de mnortos vítimas da revolução russa de Stalim? 50.000.000, quantos milhõs vítimas do nacional socialismo e facismo? 20.000.000, quantos da revolução cubana executados no el paredon de Castro? Quantas vítimas do Kmer Vermelho no Cambodja? Quantos ainda morrem nas guerra fraticidas da África? Os movimentos de esquerda são um verdadeiro genocício, um crime contra a humanidade.