“O Órgão Especial do MP-SP (Ministério Público de São Paulo) decidiu, por 16 votos a 15, manter a decisão do Conselho Superior da instituição que já havia garantido, em março, o vitaliciamento do promotor Thales Ferri Schoedl, acusado de matar um rapaz e ferir outro na Riviera de São Lourenço, litoral de São Paulo. Com a decisão, que revoltou os familiares das vítimas, ele mantém o cargo e o salário de promotor substituto. Schoedl agora tem foro privilegiado e não será levado a júri popular em Bertioga pelo crime.”
Rosanne D'Agostino, Última Instância
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