“O grande desafio imediato do novo ministro da Defesa, Nelson Jobim, é resolver a crise aérea, o que poderá lhe dar projeção suficiente para continuar a vida política e tentar vôos mais altos. Mas para debelar o caos nos aeroportos e a insegurança no controle aéreo ele tem que, ao mesmo tempo, fazer com que o Ministério da Defesa deixe de ser um ministério fantasma, uma entidade que nunca se corporificou, desde a sua criação, em junho de 1999.
A mera troca de nomes se constata com maior clareza ainda quando se consulta o organograma do Ministério da Defesa e se vê que o ministro tem comando direto apenas sobre a administração do seu gabinete, da Escola Superior de Guerra, da Consultoria Jurídica e Secretaria de Controle Interno.”
Murilo Murça / Politicall
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