“O jornalista-escritor Carlos Eduardo Novaes – a quem conheço com bastante intimidade, desde a época do glorioso Jornal do Brasil – passou recentemente a seus conhecidos um e-mail furibundo porque Joaquim Ferreira dos Santos, colunista de O Globo, não incluiu um de seus escritos no livro ‘As 100 Melhores Crônicas’, colocado nas livraria ao preço de 48 reais o exemplar. Dei a uma resposta a Novaes, também por e-mail, mas ele não me retornou. Foi uma pena, mas acho que eu estava certo.
Carlos Eduardo Novaes, sujeito inteligente e perspicaz, foi introduzido no JB por seu amigo José ‘Moderno’ Inácio Werneck – meu dileto companheiro aqui no Direto da Redação – e fez logo sucesso na editoria de esportes do jornal da condessa Pereira Carneiro.
Na ocasião, década de 60, formamos uma patota engraçada, amiga e divertida que percorria nas noites de sexta-feira as mais famosas boates do Rio em busca de supostas e duvidosas aventuras amorosas. Dessa patota faziam parte, também, o saudoso Paulo Roberto Perdigão e o tímido Luís Lara Resende – irmão do genial Otto.”
Roberto Porto / Direto da Redação
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