“Na segunda metade da década de 90, século passado, FHC compareceu a um encontro de lideranças de "esquerda" promovido pelo Departamento de Estado em Washington. Os Estados Unidos ainda não haviam se transformado em Texas e estado agregados, mas caminhava para tanto.
FHC foi saudado e apresentado como expoente da "nova esquerda".
Em 1992, quando o governo Collor começava fazer água, o então senador Fernando Henrique foi chamado por Collor, do esquema da "nova esquerda", para exercer funções semelhantes às de um primeiro ministro. O objetivo era salvar o governo em franco processo de naufrágio.
FHC aceitou e o fato só não se consumou por conta de reações dentro do próprio partido, o PSDB, Mário Covas à frente. FHC nunca perdoou Covas por isso.
Na bananice que foi o governo Itamar Franco, FHC chegou onde queria e desejava, sob as bênçãos do capital internacional e das idéias da "nova esquerda". Inventou o Plano Real que enriqueceu meia dúzia de figuras de proa do tucanato, alguns banqueiros (mais do que já eram) e amigos do peito.”
Laerte Braga / Fazendo Media
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