Existe uma campanha milenar para tentar nos convencer de que o cinema, assim como quase tudo nesta vida, exige uma explicação, um mínimo de sentido. Ledo engano. Federico Fellini levou aos seus filmes algumas de suas memórias mais profundas, confessou as suas impotências, revelou até certo ponto o seu lado reacionário, exprimiu que o reino encantado de todas as coerências, deve ser muito enfadonho.”
Rodolfo Torres / Congresso em Foco
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