“Líderes descartam aumentar verba para gastos nos estados e contratação de funcionários e restringem discussão ao reajuste salarial de 26%
O aumento salarial em estudo pelos congressistas pode mexer apenas no subsídio os parlamentares, passando dos atuais R$ 12.847,20 para R$ 16.250,42. A verba indenizatória, de R$ 15 mil, e até a de gabinete, de R$ 50 mil, devem ficar como estão. O reajuste salarial ainda vai atingir os vencimentos dos senadores, do presidente, do vice e dos ministros de Estado (leia mais).
Em reunião na residência oficial do presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), os líderes partidários decidiram que só vão discutir o aumento salarial depois da liberação da pauta, trancada por medidas provisórias e projetos em regime de urgência. Mais. Eles consideraram “descartado” o reajuste na verba indenizatória – usada para gastos com escritório político e combustível, por exemplo – e na de gabinete – que permite a contratação de até 20 funcionários.”
Eduardo Militão / Congresso em Foco
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