A responsabilidade do fiscal

“No início da tarde de 12 de janeiro deste ano – uma sexta-feira quase 13 –, a sofrida população da cidade de São Paulo viveu outra experiência dantesca com o desmoronamento ocorrido nas obras de construção da Estação Pinheiros do Metrô paulistano, que ceifou a vida de sete pessoas, inocentes vítimas da provável irresponsabilidade de alguns profissionais.

Logo após a tragédia tornar-se uma nova atração televisiva, e no desesperado afã de isentar o órgão estatal estadual – e seus prepostos técnicos – das penalidades decorrentes do fatal acontecimento, ocupantes temporários de cargos públicos declararam à imprensa em uníssono que, como decorrência da modalidade escolhida para a contratação das obras (“turn key”), a responsabilidade pelo letal desabamento recaia integralmente sobre o consórcio construtor.

Pode-se entender que na afoita prestação de satisfação à opinião pública, autoridades mal assessoradas possam cometer arbitrariedades, todavia, nunca podemos olvidar do estado de direito tão penosamente restabelecido em nossa Pátria após um longo período de cruel autoritarismo.”
Congresso em Foco

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Comentários

Anônimo disse…
Tucano, qdo não está sob comando, é assim, vira pata de elefante:
Onde pisa, fode!

Inté,
Murilo

...código de conduta e ética p/ a mídia - JÁ!
Anônimo disse…
CPI na Assembléia Legislativa de São Paulo nem pensar, quantas não foram abafadas pelo tucanato. E a imprensa informa por obrigação de oficio e olhe lá, bem espaçadamente para não virar um escândalo. Imagine se o Governo fosse do PT?