Afinal, o resultado da disputa pelo comando do PMDB não é uma questão decisiva para a formação do novo governo. Vença Michel Temer ou Nelson Jobim, os fatores que devem ser levados em conta na reforma ministerial permanecerão constantes, a saber: a) o PMDB continuará participando da coalizão governista; b) as alas que comandam as bancadas do Senado e da Câmara seguirão brigando por espaço, numa situação de relativo equilíbrio; c) o partido ficará com quatro ministérios, dois indicados pelos senadores, dois indicados pelos deputados. Lula pode até ter um preferido na disputa, Nelson Jobim, mas isso não justificaria, em hipótese alguma, o adiamento da reforma ministerial.”
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